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Laguna Carapã,17/04/2026

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Setor de serviços de MS cresce 4,2% em fevereiro, aponta IBGE

Midiamax
Setor de serviços de MS cresce 4,2% em fevereiro, aponta IBGE

Mato Grosso do Sul registrou aumento de 4,2% no volume de serviços prestados no estado em fevereiro, na comparação com o mês anterior, conforme a MS (Pesquisa Mensal de Serviços), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em janeiro deste ano, o setor havia registrado aumento de 3,9%.

O número coloca MS como o quarto estado brasileiro com maior volume de serviços do país. De forma geral, a pesquisa mostra principalmente a variação da receita das empresas de serviços, indicando, assim, se o setor está crescendo ou diminuindo em termos de faturamento.

Os dados, divulgados nesta terça-feira (14), apontam que o volume de serviços da série sem ajuste sazonal, no confronto com fevereiro de 2025, registrou alta de 4,4%. A série sem ajuste sazonal apresenta números brutos, com todas as variações do calendário.

Já no acumulado do ano, o volume de serviços mostrou aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2025. Já o acumulado dos últimos 12 meses passou de 6,2% em janeiro, para 6,8% em fevereiro de 2026.

Desempenho dos estados

Regionalmente, 13 das 27 unidades da federação registraram expansão no volume de serviços em fevereiro de 2026, na comparação com o mês anterior. O país teve fraca variação positiva, de 0,1%.

Entre os locais que apontaram taxas positivas nesse mês, o impacto mais importante veio do Rio de Janeiro (1,0%), seguido por Bahia (1,7%), Rio Grande do Sul (1,1%) e Mato Grosso do Sul (4,2%).

Por outro lado, São Paulo (-0,4%) exerceu a principal influência negativa do mês, seguido por Mato Grosso (-1,3%), Pará (-1,8%), Espírito Santo (-0,8%) e Alagoas (-2,3%).

Na comparação com fevereiro de 2025, a expansão do volume de serviços no Brasil (0,5%) foi acompanhada por apenas 9 das 27 unidades da federação.

A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (3,7%), seguido por Distrito Federal (4,5) e Mato Grosso (2,7%). Em sentido oposto, Rio de Janeiro (-3,6%) liderou as perdas do mês, seguido por Minas Gerais (-3,7%), Paraná (-3,8%) e Ceará (-7,4%).





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